Para quem é
Um sistema para quatro jeitos de trabalhar.
Artes cênicas, música, artes visuais, literatura, patrimônio, cultura popular e formação. O uso começa numa pessoa e cresce com a equipe, a carteira de clientes ou a turma.
Pessoa física e MEI
Artistas e produtores independentes
Quem escreve, inscreve e presta contas quase sozinho. A IA lê o edital e rascunha cada campo, o orçamento avisa quando passa do teto, e os relatórios saem montados com o que foi lançado.
Como começarCrie a conta e comece pelo projeto que tem em mãos.
Empresas e organizações
Companhias, coletivos, produtoras e OSCs culturais
Vários projetos e várias pessoas ao mesmo tempo. Cada pessoa tem um papel (admin, editor, convidado ou leitor), CPF e dados de contratação só aparecem para quem cuida do financeiro, e contrato e RPA saem da ficha técnica.
Como começarCrie o espaço e convide a equipe.
Prestadores de serviço
Consultores e escritórios de projetos culturais
Cada cliente fica num espaço separado, com dados isolados, e a troca é feita num seletor. O dossiê registra qual versão de cada texto e qual orçamento foram enviados a cada edital.
Como começarFale com a equipe sobre a sua carteira de clientes.
Instituições e poder público
Festivais, escolas, Sistema S, universidades e secretarias de cultura
Formação de proponentes com o projeto real de cada participante. A turma entra por um código, e quem ministra lê, comenta e acompanha texto, planejamento e financeiro sem poder editar. A primeira turma é a oficina “Tem IA aí?”, do festival Cena Contemporânea, em Brasília.
Como começarFale com a equipe para montar a sua turma.